segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Izabelle 15 anos!!




Eu sempre fui meio insensível em relação à datas comemorativas e surpresas... Eu tinha certeza absoluta de que eu não iria chorar.
É, eu não chorei... Mas fiquei com um nó na garganta e as pernas bambas.
Não é de agora que venho pensando nas melhores palavras pra dizer como foi aquela festa... O problema é que eu não encontro!
Até a parte em que Izabelle recebia os convidados, estava tudo como eu imaginei...

Izabelle encontrava-se na entrada junto de sua mãe, Lívia. Os fogos de artifício começaram e segundos depois ambas andavam em direção ao local da valsa, onde o pai, Alberto, a esperava ansiosamente.
A valsa foi considerada por muitos, a mais animada dentre inúmeras já dançadas ali.
Logo após, os parabéns e o bolo ( e que bolo!). As diversas fotos e tudo a que ela tinha direito!

Talvez quem leia pense que eu tirei isso de algum conto de fadas... Mas isso não foi um conto de fadas, foi melhor... Porque foi real! E eu estava lá, vendo tudo... Gravando tudo na minha memória...

A festa foi maravavilhosa... Mas eu não posso deixar de falar dessa parte...
A boite foi sem dúvida INCRÍVELMENTE PERFEITA! Aquele som alto, aquelas pessoas dançando, todo mundo se divertindo... forró, axé, funk, swingueira... e ainda tinha um espelho super disputado... hahahahaha Eu poderia descrever cada passo, cada gesto, tudo... Mas acho que falar que às 5h da matina ainda tinha gente dançando... e que niguém queria ir embora... é, acho que pode-se ter uma idéia razoável de como a festa foi.
;)

Depois vou colocar algumas fotos e um vídeo do finalzinho da falsa!

Por.: Bruna Oliveira



sexta-feira, 23 de outubro de 2009

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

18-19

Moramos na mesma cidade mas sentimos saudades como se estivéssemos em países diferentes... Eu já disse e repito: a perfeição por completa é um defeito, pois torna tudo sem graça. Frases mal ditas, frases não ditas, atitutes equivocadas... E por aí vai...
Mas prefiro me concentrar nas partes boas, como de praxe.
Foram poucas horas, mas eu amei! hahahahaha
Estar ali, com eles reunidos... Minha 2ª família tão amada!
Compartilhei muitas risadas, muitos abraços, muita conversa fiada... hahahaha Foi muito bom.
Em especial, porque meu instinto de cigana estava super apurrado... hahahaha Estava lá, com minha barraquinha montada... Cheia de previsões para dar; joguei as cartas, os búzios e ainda dei uma espiadinha na bola de cristal... hahahahaha Espero que eu tenha ajudado em alguma coisa! :D
Muitas surpresas, muitas revelações.. (parece que estou escrevendo a propaganda do último capítulo de alguma novela... hahaha) hahahahahahahaha
Mas o que eu mais gostei (e ao mesmo tempo não gostei) foi a despedida... Não sei, tinha um clima de união, de saudade, de amizade... de amizade verdadeira...
Saibam, meus amigos, que por vocês prezo muito e que sempre que precisarem não exitarei!


Por.: Bruna Oliveira

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Um pouco mais do mesmo.

Quando eu escrevi o texto anterior... Eu realmente estava fora de mim.. hahahahahaha
Eu adoro ser "ponte"!! Amo de paixãão!!
Adoro juntar casais que precisam de uma mãozinha pra dar certo; aqueles que achavam que não iam mais ficar juntos... Todos os tipos de casais, semi-casais, e por aí vai...
Adoro muito, e se eu pudesse eu sairia distribuindo um amor pra cada pessoa, mesmo sabendo que isso poderia gerar um caos... Mas tudo ok.. hahahahaha
Ando escutando música triste, mas não é porque estou meio "down" que os outros também tem que ficar... Puro egoísmo meu!
Nem sempre consigo resultados satisfatórios (às vezes, as pessoas que eu tento unir... não dão certo nem com reza!), mas faço de tudo pra dar tudo certo.
Agora posso dizer tranquilamente que a pessoa que escreveu aquele outro texto não sou eu! :D Eu não sou uma mal-amada amargurada com a vida... Não mesmo! ;D
Só explicando: às vezes tenho surto de felicidade! Estou em um deles. Adoro!
;*

Próximo post vai ser mais interessante de se ler.



Obs.: Se apaixone e ajude os outros a se apaixonar! ^^

sábado, 10 de outubro de 2009

Mais do mesmo.


Infelizmente quando você mais quer que as coisas mudem... Acontece alguma coisa pra provar que não, você continua no mesmo lugar e as coisas realmente não mudaram - nem um pouco-.
Nas duas últimas semanas me vi em situações que eu não imaginava fazer parte de novo... Parece cena de filme americano (Estados Unidenses, mais especificamente), a mesma história mudando o nome dos personagens e o local em que acontece; aqueles filmes que nem precisa assistir, basta ler o resumo dele que você já sabe o que vai acontecer.
Eu esqueci o assunto, coloquei tudo pra debaixo do tapete. E quando eu menos espero... Três bombas!É como já me disseram: "O que resiste, persiste."
Só cansei de ser "a ponte" dos outros. Ser o elo. Só isso.
No momento, não estou capacitada para tal qualificação. Não agora, desse jeito, na situação que se faz presente desde sempre.

Pode ser puro egoísmo, mas não vou contruir "a ponte" para outras pessoas enquanto eu não conseguir construir a minha. E se ela sofrer algum atentado, que seja de um inimigo.


Por.: Bruna Oliveira



P.S.: Com essa animação toda fui procurar uma música para compor esse momento. Gostei de duas das vinte e cinco que achei. Mas uma me enfeitiçou. A letra não faz alusão ao texto que eu escrevi, mas me apaixonei. Depois de escutar Wish you were here da banda Pink floyd, pretendo escutar mais músicas dessa banda, que até então não despertava meu interesse.







terça-feira, 29 de setembro de 2009

. . . .

Nem sei bem como começar, e nem o que fala... Vou falar sobre a faculdade, já que no momento é o que ocupada todos os meus pensamentos..



Não, perfeito não está.. Nem espero que fique, tudo perfeito demais perde a graça... Estou envolvida em projetos que requerem muito da minha atenção, dedicação e estudo. É muita responsabilidade... E é ótimo ter responsabilidades.. Eu, pelo menos, me sinto ótima. Sinto que tenho capacidade\potencial, que vou conseguir fazer tudo direito... Chega a ser um desafio, um dos vários que eu ainda vou ter pela frente.
Eu gostaria de falar de tais projetos, mas só poderei falar depois que tudo já estiver resolvido; nada demais, pura supertição minha. Dois acontecem em Outubro, um em Novembro e outro em Dezembro; e como ainda está tudo muito incerto pra mim, prefiro não ficar espalhando aos quatro ventos e depois chegar e dizer que tudo o que eu falei foi por água abaixo... Isso é ridículo!
Bom, basicamente é isso... O texto não ficou nem metade do que queria, mas no próximo eu tento melhorar; o sono está me vencendo.







Por.: Bruna Oliveira

domingo, 20 de setembro de 2009

Olhai os lírios do campo - Erico Verissimo

"Ficaram algum tempo em silêncio. Ele acendeu um cigarro. Ela recostou a cabeça no flanco do dragão.
Tinha o rosto comprido, dum moreno pálido; à primeira vista não impressionava nem bem nem mal. Quando a vira, pela primeira vez, Eugênio se sentia inclinado a dizer: Feia não é. Mas bonita... muito menos. Fixando mais demoradamente a atenção naqueles olhos negros, vendo aquele rosto animar-se duma vida e duma estranha beleza que surgiram inesperadas de algum misterioso esconderijo interior e que não dependiam em absoluto dos traços fisionômicos - ele fica pensando... Acabar por fazer concessões: "Tem um certo quê..." Seria a boca? Não. Abocaera grande e de desenho comum. O nariz? Também não. Era comprido e delgado. Eram, então, os olhos. Pretos e serenos, não se distinguiam pela vivacidade, pela mobilidade ou por algum brilho raro. Eram olhos para os quais ao cabo de algumas reflexões Eugênio só achou um qualitativo: humanos. Envolviam mornamente a pessoa ou objeto em que se fixavam, davam uma idéia de profundidade insondável e principalmente de compreensão. Pareciam enxergar além das coisas com uma penetração que nada tinha de indiscreto ou agressivo. Eugênio, porém, quando pensava em Olívia, não podia separar da imagem da amiga a memória de sua voz. Até na maneira de falar Olívia se recusava a fazer chantagem. Sua voz não era rica em inflexões, não se coloria de falsas doçuras. Era, antes, quase monocórdia, grave e tranqüila; tinha, como nos olhos, uma quente qualidade humana."


Trecho do livro "Olhai os lírios do campo" de Erico Verissimo.
Esse livro já foi adaptado para novela, pela Rede Globo.

Eu gosto muito desse livro. Gosto da história, da fala... de tudo.