quinta-feira, 28 de abril de 2011

Ouro da tola!

Incrível pensar como uma coisa tão tola e banal pode significar a solução para um problema. Pior ainda é se lembrar do óbvio quando talvez já seja um pouco tarde demais pra isso. Eu infelizmente precisei chorar um rio pra acordar dos meus delírios que há muito me impediam de tocar os pés no chão, eu tive que passar por um perregue daqueles pra me tocar de que tempo é ouro e que estou desperdiçando o meu. Infelizmente devo admitir que eu gostaria muitíssimo que meus delírios se tornassem realidade, mas a minha realidade não me permite tamanha audácia.
Eu queria falar sobre tudo o que me aconteceu ontem, mas meu psicológico ainda não é forte o suficiente para aguentar todas as críticas e os comentários maldosos e os bondosos (mesmo que falsos). Pra falar a verdade, eu quero muita coisa e ao mesmo tempo, esse é o meu problema. Querendo tanto, tento tudo e não concluo nada; assim continuam sendo delírios...
Infelizmente, agora, tenho que viver um mundo que não me pertence. Afinal, esse mundo vai ser a ponte para que tude de torne real.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

De volta. Só pra constar.

Então, nesse final de semana minha cabeça quase pira de tanto pensar e em tantos assuntos diversos, que decidi reativar o blog e deixar ele visível. Só pra dar um pequeno exemplo: eu estava em plena sexta a noite com meus amigos, escrevendo em um bloquinho. (comoassim?)
Pelos meus últimos textos percebi que tem um pequeno probleminha: eles estão.. tortos, por assim dizer. Eu começo falando uma coisa, termino falando outra, começo de um jeito, termino de outro, e por aí vai. Se a "constância" dele já era pouca, acabou-se de vez! Talvez seja o emocional abalado (peloquê?), ainda não descobri.
Bom, no mais era isso. Só pra dizer que eu voltei mesmo.

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domingo, 3 de abril de 2011

De volta.

O título dispensa qualquer explicação mais aprofundada e complexa.

Motivo: sentimental, terapêutico.

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