segunda-feira, 19 de abril de 2010

Caixinhas de surpresa

- Assunto bastante clichê, principalmente se tratando do meu blog. Afinal, é um dos temas (se não for "o" tema) mais abordados aqui.
Não sei se são eternos, não sei se daqui a 10 anos terão os mesmos nomes, nem sei o que esperar de cada um (porque geralmente eles me surpreendem bastante).
Já "quebrei" a cara com alguns, já me arrependi de ter considerado alguém como um amigo verdadeiro, coloquei minha mão no fogo e me queimei; mas nem por isso eu deixei/deixo de acreditar que tenho um punhado deles. Porque até um cristal rachado pode ser mais bonito e brilhar mais do que um intacto.
Por/com eles eu fico alegre, triste, irritada, emocionada... São tantas as sensações que eles me proporcionam, nos menores gestos e atitudes, por mais banais e corriqueiras que possam ser.
Alguns deles eu não vejo há um bom tempo e mesmo assim sei que posso confiar, outros eu "perdi" pelo caminho e não sei se a culpa foi totalmente minha; mas os que mais me machucam são aqueles em que eu simplesmente não sei como agir, aqueles que à tarde eu tenho certeza que são meus amigos e à noite eles me dão um banho de água fria e me fazem pensar: "Será?". Permaneço nessa dúvida, mas não deixarei de acreditar neles, não por isso.
É desnecessário citar nomes. Pois os que lerem esse pequeno texto vão saber se eles se encaixam ou não aqui.
Aos meus amigos,
Bruna Oliveira.

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