Depois que aconteceram algumas coisas na minha vida (nada de morte, drogas, nem nada dramático!), eu passei a observar as pessoas e tentar adivinhar o que elas estavam pensando... Isso virou um habito e com ele vieram as consequências. Comecei a dar muita importância ao que os outros falavam/falariam, pensavam/pensariam de mim; por um tempo tentei virar uma rôbo, imparcial, sem opinião e que lida com todo mundo da mesma forma. Graças à Deus eu não consegui, não me imagino hoje sendo essa pessoa/máquina que um dia eu quis ser. Às vezes eu ainda sinto uma certa angústia com o que "A" ou "B" irão falar de mim, mas isso esta sendo cada vez mais raro.
Consegui essa "paz" simplesmente me apegando à um fato até então despercebido: as pessoas julgam. É, é isso. As pessoas julgam, julgaram e sempre irão julgar. Que grande descoberta essa minha, não? Pois é. Não adianta você tentar estar sempre linda ou sempre atualizada, estudando constantemente, vivendo constantemente, errando, acertando... Não adianta! SEMPRE IRÃO JULGAR! E foi com esse pensamento bobo, simples e óbvio que eu me resolvi não dar importância alguma para o que os outros poderão falar de mim.
Dou ouvidos à minha família, aos meus amigos mais próximos e à mim.
Você pode ser a melhor pessoas do mundo e ainda assim terá alguém que vai te apontar o dedo e dizer: ela fez isso não pra ajudar, mas pra passar uma imagem de boazinha.
Os outros nunca me entenderão e nunca me aceitarão por completo. É preciso ser pra saber sentir!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Fazendo a caveira
Não dá mais pra fingir que não escuto ou simplesmente ignorar! Afinal, o que será que eu tenho para que as pessoas gostem tanto de me julgar e se julgarem no direito e na capacidade de me analisar como se me conhecesse e soubesse tudo à meu respeito?
Meus problemas, defeitos, qualidades, características, manias... Tudo é muito complexo pra que eu possa falar com a precisão de um laser e a sabedoria de um monge! E eu estou falando das minhas coisas; do meu mundinho... Se eu acho complicado o meu, vou perder tempo me "metendo" nos assuntos alheios? Sério mesmo?? Eu queria esse tempo livre só pra poder pensar na vida das pessoas, chegar pra elas e falar: mude isso, aquilo e continue com isso! Nem da minha cabeça eu dou conta, vou analisar a dos outros??
Sinceramente, obrigada; muito obrigada por se preocupar comigo... Mas ficar dando palpite na vida alheia nunca soou muito agradável. E nem tanto por isso, mas também por isso, você deve lembrar de se preocupar com quem vê no espelho e que tem inúmeros problemas e dilemas. E eu peço desculpas se isso te faz lembrar que essa pessoa já é quase invisível perto dos outros ao ponto do seu reflexo não ser nítido o suficiente para você fazer uma auto-análise!
Eu gosto de ajudar as pessoas, eu dou dicas, conselhos.. Gosto de ser prestativa e de deixar claro que na hora que precisar, eu não exitarei. Mas cada um pede ajuda quando precisa!!! E se acha que aquela pessoa precisa de ajuda, não esqueça de considerar que TALVEZ (só talvez!) você possa estar enganado.
Troco o dia pela noite, tenho o sono pesado e pra me acordar tem que chamar a S.W.A.T, amo chocolate, considero minha cachorra mais agradável do que muita companhia, gasto dinheiro com besteira e NÃO me arrependo, compro lápis (os de madeira) compulsoriamente, prefiro coca-cola zero à normal, tenho medo de animais que voam (barata, forminga, o que for!), gosto de pagode, rock e pop tudo junto e misturado sem ter problemas com minha personalidade musical, tenho muita vontade de aprender a tocar bateria, adoro assistir corrida de carros (por mim eu teria um deles na garagem) e ao mesmo tempo que sou muito sincera e sorridente também sou muito tímida e não demonstro muito o que eu sinto! Algumas coisas são diferentes do tradicional de uma garota de 19 anos, outras não! Mas não é por isso que eu sou anormal, E.T, egoísta, criança, frágil, mimada e outras tantas coisas...
Acredite em mim quando eu digo que TALVEZ você esteja errada e que eu apenas SEJA ASSIM!
E não pretendo mudar porque "A" ou "B" me acham "estranha" ou "esquisita"... Que você vá tomar lá no beco sua água alucinógena e esqueça da minha pessoa! VIVA, LONGE DE MIM!
Beijos.
Bruna Oliveira
Obs.: essa foto eu peguei no site We ❤ it e no campo de pesquisa eu coloquei "cego, surdo e mudo". hahahaha
Meus problemas, defeitos, qualidades, características, manias... Tudo é muito complexo pra que eu possa falar com a precisão de um laser e a sabedoria de um monge! E eu estou falando das minhas coisas; do meu mundinho... Se eu acho complicado o meu, vou perder tempo me "metendo" nos assuntos alheios? Sério mesmo?? Eu queria esse tempo livre só pra poder pensar na vida das pessoas, chegar pra elas e falar: mude isso, aquilo e continue com isso! Nem da minha cabeça eu dou conta, vou analisar a dos outros??
Sinceramente, obrigada; muito obrigada por se preocupar comigo... Mas ficar dando palpite na vida alheia nunca soou muito agradável. E nem tanto por isso, mas também por isso, você deve lembrar de se preocupar com quem vê no espelho e que tem inúmeros problemas e dilemas. E eu peço desculpas se isso te faz lembrar que essa pessoa já é quase invisível perto dos outros ao ponto do seu reflexo não ser nítido o suficiente para você fazer uma auto-análise!
Eu gosto de ajudar as pessoas, eu dou dicas, conselhos.. Gosto de ser prestativa e de deixar claro que na hora que precisar, eu não exitarei. Mas cada um pede ajuda quando precisa!!! E se acha que aquela pessoa precisa de ajuda, não esqueça de considerar que TALVEZ (só talvez!) você possa estar enganado.
Troco o dia pela noite, tenho o sono pesado e pra me acordar tem que chamar a S.W.A.T, amo chocolate, considero minha cachorra mais agradável do que muita companhia, gasto dinheiro com besteira e NÃO me arrependo, compro lápis (os de madeira) compulsoriamente, prefiro coca-cola zero à normal, tenho medo de animais que voam (barata, forminga, o que for!), gosto de pagode, rock e pop tudo junto e misturado sem ter problemas com minha personalidade musical, tenho muita vontade de aprender a tocar bateria, adoro assistir corrida de carros (por mim eu teria um deles na garagem) e ao mesmo tempo que sou muito sincera e sorridente também sou muito tímida e não demonstro muito o que eu sinto! Algumas coisas são diferentes do tradicional de uma garota de 19 anos, outras não! Mas não é por isso que eu sou anormal, E.T, egoísta, criança, frágil, mimada e outras tantas coisas...
Acredite em mim quando eu digo que TALVEZ você esteja errada e que eu apenas SEJA ASSIM!
E não pretendo mudar porque "A" ou "B" me acham "estranha" ou "esquisita"... Que você vá tomar lá no beco sua água alucinógena e esqueça da minha pessoa! VIVA, LONGE DE MIM!
Beijos.
Bruna Oliveira
Obs.: essa foto eu peguei no site We ❤ it e no campo de pesquisa eu coloquei "cego, surdo e mudo". hahahaha
Dos textos que não consigo escrever
As palavras me fogem da mente como o bater de asas de um beija-flor.
Tudo o que antes se alinhava tranquilamente, hoje precisa de mais de uma caneca de café e meia hora de lembranças.
Forçando o que antes era natural não há como eu sentir a verdade de outrora.
A preocupação com os números me fez esquecer das letras...
Tudo o que antes se alinhava tranquilamente, hoje precisa de mais de uma caneca de café e meia hora de lembranças.
Forçando o que antes era natural não há como eu sentir a verdade de outrora.
A preocupação com os números me fez esquecer das letras...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Parque !
[Minha imaginação só é fértil enquanto eu estou longe dos netbooks, notebook, pcs e afins... Mas não posso deixar de escrever aqui, agora, uma besteirada se quer. Afinal esse blog anda mais empoeirado que sótão de filme de terror (!).]
Agora me veio um bom tema, esse final de semana fui ao parque. Sim, aquele de diversões com muitos brinquedos, algodão doce, pipoca e tudo o mais que minha gula infantil poderia querer por perto. Fora o maravilhoso detalhe de que eu estava com meu amigos, então foi muito bom.
Um detalhe bem.. peculiar desse parque é que ele não tem roda-gigante. Mas, comoassim?! Até hoje eu ainda não me conformei! NÃO TINHA RODA-GIGANTE!!! Ok, eu supero, andei só em dois brinquedinhos porque meus amigos estão começando a envelhecer, é a vida. Mas por mim passava o dia rodando naqueles brinquedos que dão um frio na barriga e me lembram de quando eu era pequena e fazia alguém de "babá" só pra eu ir no parque. Fazer esse passeio me lembrou que quando criança a melhor coisa pra mim era andar no carrossel, nas motinhas, nos carrinhos e no auto pista ( bate-bate, que a gente vai dirigindo os carrinhos!) hahahaha Tempo ótimo que não volta mais e que de vez em quando a gente insiste em querer fazer uma visita só pra matar a saudade e lembrar da infância.
Eu poderia falar o dia todo sobre como aquelas luzes todas entorpeceram minha visão no pouco tempo em que eu fiquei lá. Coisa que quando criança não fazia diferença alguma. Então, o que será que eu aprendi indo ao parque? Quando criança, eu me divertia muito e não pensava em mais nada. Hoje, quase adulta (?), me divirto e presto atenção nos detalhes, tanto nos pequenos e importantes quanto nos minúsculos e insignificantes. Acredite eu já tive dor de cabeça devido aos minúsculos.
=*
Obs.: Foto da internet!
Agora me veio um bom tema, esse final de semana fui ao parque. Sim, aquele de diversões com muitos brinquedos, algodão doce, pipoca e tudo o mais que minha gula infantil poderia querer por perto. Fora o maravilhoso detalhe de que eu estava com meu amigos, então foi muito bom.
Um detalhe bem.. peculiar desse parque é que ele não tem roda-gigante. Mas, comoassim?! Até hoje eu ainda não me conformei! NÃO TINHA RODA-GIGANTE!!! Ok, eu supero, andei só em dois brinquedinhos porque meus amigos estão começando a envelhecer, é a vida. Mas por mim passava o dia rodando naqueles brinquedos que dão um frio na barriga e me lembram de quando eu era pequena e fazia alguém de "babá" só pra eu ir no parque. Fazer esse passeio me lembrou que quando criança a melhor coisa pra mim era andar no carrossel, nas motinhas, nos carrinhos e no auto pista ( bate-bate, que a gente vai dirigindo os carrinhos!) hahahaha Tempo ótimo que não volta mais e que de vez em quando a gente insiste em querer fazer uma visita só pra matar a saudade e lembrar da infância.
Eu poderia falar o dia todo sobre como aquelas luzes todas entorpeceram minha visão no pouco tempo em que eu fiquei lá. Coisa que quando criança não fazia diferença alguma. Então, o que será que eu aprendi indo ao parque? Quando criança, eu me divertia muito e não pensava em mais nada. Hoje, quase adulta (?), me divirto e presto atenção nos detalhes, tanto nos pequenos e importantes quanto nos minúsculos e insignificantes. Acredite eu já tive dor de cabeça devido aos minúsculos.
=*
Obs.: Foto da internet!
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Ouro da tola!
Incrível pensar como uma coisa tão tola e banal pode significar a solução para um problema. Pior ainda é se lembrar do óbvio quando talvez já seja um pouco tarde demais pra isso. Eu infelizmente precisei chorar um rio pra acordar dos meus delírios que há muito me impediam de tocar os pés no chão, eu tive que passar por um perregue daqueles pra me tocar de que tempo é ouro e que estou desperdiçando o meu. Infelizmente devo admitir que eu gostaria muitíssimo que meus delírios se tornassem realidade, mas a minha realidade não me permite tamanha audácia.
Eu queria falar sobre tudo o que me aconteceu ontem, mas meu psicológico ainda não é forte o suficiente para aguentar todas as críticas e os comentários maldosos e os bondosos (mesmo que falsos). Pra falar a verdade, eu quero muita coisa e ao mesmo tempo, esse é o meu problema. Querendo tanto, tento tudo e não concluo nada; assim continuam sendo delírios...
Infelizmente, agora, tenho que viver um mundo que não me pertence. Afinal, esse mundo vai ser a ponte para que tude de torne real.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
De volta. Só pra constar.
Então, nesse final de semana minha cabeça quase pira de tanto pensar e em tantos assuntos diversos, que decidi reativar o blog e deixar ele visível. Só pra dar um pequeno exemplo: eu estava em plena sexta a noite com meus amigos, escrevendo em um bloquinho. (comoassim?)
Pelos meus últimos textos percebi que tem um pequeno probleminha: eles estão.. tortos, por assim dizer. Eu começo falando uma coisa, termino falando outra, começo de um jeito, termino de outro, e por aí vai. Se a "constância" dele já era pouca, acabou-se de vez! Talvez seja o emocional abalado (peloquê?), ainda não descobri.
Bom, no mais era isso. Só pra dizer que eu voltei mesmo.
;]
Pelos meus últimos textos percebi que tem um pequeno probleminha: eles estão.. tortos, por assim dizer. Eu começo falando uma coisa, termino falando outra, começo de um jeito, termino de outro, e por aí vai. Se a "constância" dele já era pouca, acabou-se de vez! Talvez seja o emocional abalado (peloquê?), ainda não descobri.
Bom, no mais era isso. Só pra dizer que eu voltei mesmo.
;]
domingo, 3 de abril de 2011
De volta.
O título dispensa qualquer explicação mais aprofundada e complexa.
Motivo: sentimental, terapêutico.
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Motivo: sentimental, terapêutico.
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